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Após anos em baixa, setor de construção civil prevê retomada de crescimento

16.10.2018 | EM Notícias

Após a recessão econômica brasileira dos últimos anos, o setor de construção civil voltou a sonhar. Com longo período de saldos negativos em empregos, a construção civil cresceu nos últimos meses, reflexo da sinalização do fim da crise no setor. Para melhorar as expectativas, a Caixa Econômica Federal reduziu em 1,25% a taxa de juros no último mês para financiamento de imóveis de até 1,5 milhão, visando estimular ainda mais essa área do mercado.

Os números do segundo trimestre deste ano, porém, ainda não são exatamente animadores. Divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no final de agosto, indicam que o segmento não deixou a chamada zona de recessão técnica. A redução foi de 0,8% em comparação com o período de janeiro a março. Já em relação a 2017, a queda foi de 1,1%.

Isso se dá pelo fato de que a construção civil é um dos setores mais sensíveis a oscilações e instabilidades na economia e na política - altas taxas de endividamento e desemprego, somadas a baixo investimento em infraestrutura, deprimem o segmento. A greve dos caminhoneiros, que causou um efeito cascata na economia do País no primeiro semestre do ano, também refletiu nos resultados da construção civil.

A projeção, porém, é de nos próximos meses até o final do ano, bem como o início de 2019 serem de crescimento. Nesse contexto, a IPC Brasil se insere no mercado de construção civil visando comercializar os produtos de melhor qualidade e com certificação garantida para todos os tipos de obras e construções.