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China, a protagonista mundial

05.04.2019 | EM Artigos

Há muito tempo, e ainda hoje, se ouve falar mal da China tanto no Brasil como em outros países. Produtos de má qualidade e exploração de mão de obra beirando a escravidão são as críticas, para começo de conversa. E o que a IPC Brasil, que distribui produtos fabricados na China, tem a dizer sobre essa má fama? Que muitos sabem pouco ou quase nada desse país asiático.

Hoje a China protagoniza, no cenário internacional, um desenvolvimento de alto nível. Sua influência se tornou cada vez maior após 40 anos de reforma e abertura econômica. Nesse tempo, a economia chinesa, agora a segunda maior do mundo, cresceu de menos de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial para cerca de 15%.

O futuro dependerá do olhar da China para o mundo e do olhar do mundo para a China. Não só pela sua política e economia, mas pelos aspectos sociais,  ambientais,  militares e pela geopolítica e geoeconomia.

Só nestes últimos dez anos, é possível apontar grandes obras de infraestrutura como trem-bala, trem intercontinental - realizadas com recursos chineses - maior abertura comercial, investimentos dentro  e fora da China, empresas chinesas comprando empresas estrangeiras, aumento do próprio consumo e da massa salarial interna, melhoria da qualidade de vida, investimento multinacional e por aí vai esse país mostrando-nos que está muito acima da média.

Além de todos os progressos que conquistou, o alívio da pobreza aponta o maior êxito da China nas últimas décadas. Alguém sabe de conquista nessa escala em algum outro lugar? O país tirou 700 milhões de pessoas dessa linha, mais que a população total dos Estados Unidos, Rússia, Japão e Alemanha. Seu objetivo é tirar todos os chineses da pobreza até o final de 2020. Alguém duvida que terá êxito?

Outra preocupação da China é a proteção ambiental. Beijing, por exemplo,  está entre as 300 cidades florestais que pretende criar até 2025 para ajudar a melhorar a ecologia das áreas urbanas. A China estabeleceu um exemplo de desenvolvimento sustentável por políticas industriais ecológicas, segundo um relatório divulgado em novembro de 2017, em Beijing, pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). O relatório, "Política Industrial Ecológica: Conceito, Políticas e Experiências de País", pretende elevar a consciência do desenvolvimento ecológico mostrando como ele beneficia o meio ambiente e promove a produtividade. Depois de anos de esforços, a China está em uma boa via do desenvolvimento ecológico, especialmente nas áreas de transporte elétrico, energia solar e economia de compartilhamento.

Mas, ao falarmos em produtos de má qualidade e mão de obra barata, resta saber de onde surgiu essa fama. Podemos dizer que foi do passado. Do início de sua produção, quando, por ser o país mais populoso do mundo, havia mais mão de obra e bem mais barata. E isso se espalhou globalmente. Os empresários estrangeiros encontravam  na China fábricas que faziam de tudo para produzir. Os preços eram mais baixos e a produção mais rápida. Muitas empresas com produtos não tão bons assim, foram criadas para atender a demanda, porém, logo se percebeu que a China, como toda e qualquer indústria mundial, também poderia fabricar produtos de boa qualidade.  

Muitas das importantes marcas do planeta são produzidas na China. 

Hoje em dia, os chineses já venderam a ideia de competência, organização, eficiência e acabaram conquistando o mercado internacional em todas as áreas de sua produção. E a IPC Brasil específica e desenvolve fornecedores reconhecidos internacionalmente, oferecendo produtos com alta qualidade certificados por órgãos de regulamentação no Brasil e exterior.

A China está aí para nos ensinar muitas coisas. Quem diria que veríamos, hoje, a China mais aberta que os Estados Unidos? Resta-nos aproveitar o que de bom poderá nos proporcionar.